Segundo a OMS a obesidade é a epidemia global do século XXI. As estatísticas mostram-nos que cerca de 31% das crianças com idades compreendidas entre os 7 e os 14 anos são obesas ou têm excesso de peso. A alimentação incorrecta e a escassa prática de actividade física são a base de toda esta situação.
Na verdade, a obesidade tem um conjunto de consequências físicas e psicológicas. Dentro das primeiras poderá ser referido que uma criança com excesso de peso tende a desenvolver problemas cardiovasculares, respiratórios, ortopédicos, bem como diabetes tipo II. O grande problema a nível psicológico, decorrente do estigma de ser “gordo”, é a baixa auto-estima levando a criança sentir-se envergonhada, desconfortável e com dificuldades de relacionamento com os outros.
Na obesidade infantil mais importante do que tratar é prevenir… e previne-se incentivando-se para uma alimentação saudável, promovendo-se estilos de vida saudáveis e estimulando-se para a actividade física regular.
Na verdade, a obesidade tem um conjunto de consequências físicas e psicológicas. Dentro das primeiras poderá ser referido que uma criança com excesso de peso tende a desenvolver problemas cardiovasculares, respiratórios, ortopédicos, bem como diabetes tipo II. O grande problema a nível psicológico, decorrente do estigma de ser “gordo”, é a baixa auto-estima levando a criança sentir-se envergonhada, desconfortável e com dificuldades de relacionamento com os outros.
Na obesidade infantil mais importante do que tratar é prevenir… e previne-se incentivando-se para uma alimentação saudável, promovendo-se estilos de vida saudáveis e estimulando-se para a actividade física regular.